terça-feira, 21 de agosto de 2012

A Rede Social além das telas do cinema

Não há dúvidas de que o Facebook está na moda. A maior rede social do mundo, com mais de 600 milhões de perfis, cativa cerca de oito novos usuários a cada segundo e seu criador, o polêmico Mark Zuckerberg, tem sido figurinha carimbada nas notícias sobre o mundo da tecnologia. Muito dessa exposição se deve ao filme The Social Network, dirigido por David Fincher, que no Brasil recebeu o nome de A Rede Social e estreou nos cinemas no final do ano passado.

 

Zuckerberg conseguiu mais de meio bilhão de amigos? Retratado como o típico nerd durão que não sabe se relacionar, aparentemente seu único amigo de verdade era o brasileiro Eduardo Saverin, que ajudou a fundar o site de relacionamentos. Por sinal, o jovem Zuckerberg também teria uma namorada, que lhe deu um belo pé na bunda após um momento de ampla tagarelice logo no início da película.

Sucesso de crítica, A Rede Social, baseado no livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, foi indicado ao Oscar em oito categorias, inclusive a principal da premiação: a de melhor filme. As outras categorias são melhor diretor, ator, roteiro adaptado, fotografia, trilha sonora, mixagem de som e edição. O filme, aliás, já coleciona alguns prêmios importantes, como o Globo de Ouro de melhor drama, diretor, roteiro e trilha sonora.

Às vésperas da cerimônia do Oscar 2011, que anuncia seus vencedores no dia 27 de fevereiro, os holofotes voltam a incidir sobre o filme que conta a trajetória de Zuckerberg. Um pouco além da crítica cinematográfica (ramo no qual ninguém aqui no Adrenaline é especialista, vale lembrar), vamos traçar a história dessa rede social tão popular, que, pouco a pouco, começa a tirar o trono do Orkut aqui no Brasil.
Bem vindo à Harvard...
... uma universidade na qual todas as garotas são, invariavelmente, piranhas loucas para tirar o sutiã e assediar qualquer rapaz que tenha feito alguma coisa minimamente legal. Parece um lugar divertido, muito mais do que a faculdade das quais saem grandes gênios, como Bill Gates, por exemplo. Lá, pelo menos como sugere o retrato no filme, a melhor coisa que pode acontecer é ser aceito em alguma das chamadas fraternidades, que ainda não descobri para que servem, exceto para reunir um bando de malucos bêbados passando muita vergonha enquanto se acham mais descolados que os nerds que ficam bilionários anos depois.

É nesse cenário que Mark Zuckerberg, então com 19 anos, interpretado pelo ator Jesse Eisenberg bate um papo chato pra caramba com sua namorada sobre como as fraternidades são incríveis, cheias de gente legal e como ele poderia se tornar parte delas. Como a única representante minimamente sensata e decente do sexo feminino, a moça dá um fim no relacionamento, que, imagino, já devia estar bastante conturbado há tempos. Como qualquer ser humano maduro e racional, Zuckerberg alivia sua decepção... postando “elogios” nada agradáveis à moça em seu Livejournal.

Eis o pontapé (com o perdão do trocadilho) inicial para a criação do Facebook. Sim, só isso, um pé na bunda. Acontece que as evidências mostram que esse fato não condiz com a realidade. Zuckerberg é bastante discreto em relação à sua vida pessoal e qualquer pesquisa pela suposta namorada, chamada de Erica Albright, retorna resultados com pessoas ora indagando sobre a veracidade de sua existência, ora com espertinhos que aproveitaram o “hype” para criar páginas falsas como esta. Por mais que se intitule como a página oficial de Erica Albright, o domínio foi registrado por um sujeito chamado David Desvousges. Nada impede que ele seja um webmaster prestando serviços para a garota, mas a data de registro do site é um fato a se pensar: 1º de outubro, o mesmo dia em que o filme estreou nos Estados Unidos. A moça tem, inclusive, um perfil fake no próprio Facebook.

O site TrendyPress compilou algumas teorias a respeito da suposta ex-namorada. Seu nome, inclusive, pode ser apenas um pseudônimo para alguém que realmente existiu, na tentativa de preservar sua imagem. O mais próximo que se chegou de Erica Albright foi ao nome de uma moça chamada Eriac Bern, da Universidade de Nova York , mas não se sabe se ela teve realmente alguma ligação com Zuckerberg. Quem existe, de fato, é a uma mocinha xingada pelo garoto no Livejournal, chamada Jessica Alona. No entanto, não se sabe nada a respeito de suas relações com o rapaz.

O próprio, após inicialmente não se pronunciar publicamente sobre o filme, contou que a moça do filme não existe, embora reconheça que já tenha tomado foras algumas vezes. Pelo visto, a inspiração para criar algumas novidades na web foi “romantizada”, quando, na verdade, deve ter sido mais um momento de inspiração repentina do que qualquer coisa motivada por uma garota.

Seja lá como for, aparentemente o moço já tem uma namorada nova: Priscila Chan. O filme deu uma pista sobre seu gosto por japinhas, preferência compartilhada com muito mais, digamos assim, “entusiasmo” por seu amigo Saverin (que não teve uma experiência muito positiva). Aparentemente, como mostrou o programa The Oprah Winfrey Show, os pombinhos dividem uma casa alugada em Palo Alto, na Califórnia. O bilionário, pelo jeito, não gosta muito de ostentação.

Ou não liga muito para a própria casa, já que, conforme o Daily Mail, o moço passa a maior parte do seu tempo no escritório do Facebook: cerca de 16 horas diárias.

É bom que Zuckerberg se comporte com a nova namorada e nem pense em ficar elegendo a gostosona da Universidade. Foi assim que o jovem estudante deu origem ao embrião do Facebook, com nada mais que uma página que possibilitava aos alunos de Harvard comparar fotos de estudantes do sexo feminino para escolher a mais atraente.
Do duelo de cocotas à maior rede social do mundo
Entre uma cerveja e outra, um “desabafo” sobre a ex e outro, Zuckerberg hackeou a rede da Universidade e compilou fotografias das estudantes de lá. Assim, surgiu o Facemash, que serviu de inspiração para o Facebook. O site funcionava através de um princípio simples: duas fotos de garotas da faculdade eram exibidas e o usuário deveria votar em sua preferida, elegendo, no final das contas, a gostosona de Harvard.


A alegria vai durar pouco, meninas

Engraçado que, no filme, por mais exibidas que as meninas parecessem, elas realmente não gostaram disso, assim como as autoridades da instituição. A página foi retirada do ar dias depois, considerada ofensiva, e Zuckerberg foi advertido por hackear a rede e invadir a privacidade dos estudantes.

O domínio do site, o Facemash.com, expirou em 2007. Aparentemente, ele foi comprado por Rahul Jahn e colocado em leilão no dia 5 de outubro, pouco após a estreia americana do filme. Com lance mínimo de US$8.000, alguém arrebatou o domínio por US$30.000, após dez lances. Procurar pelos dados do registro revela que o domínio é legítimo e foi mesmo registrado por Zuckerberg, em novembro de 2003. A página contém informações como o e-mail que Zuckerberg possuía em Harvard, bem como um número de telefone. O Techcrunch ligou para checar e verificou que se tratava do consultório de odontologia do seu pai.

Com a criação do site, Zuckerberg começou a atingir popularidade no campus, atraindo o interesse de dois playboys típicos de “comédias” americanas: os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss. Foram os dois que tiveram a grande sacada de criar uma rede exclusiva para o pessoal de Harvard, para encontrar os amigos, compartilhar fotos, toda essa coisa que parece tão comum hoje em dia.

Nenhuma grande novidade, em uma época na qual já existia o MySpace, por exemplo. O diferencial seria a exclusividade: era necessário possuir um e-mail de Harvard para acessar o serviço. Os Winklevoss tinham a ideia e precisavam de um maluco disposto a passar horas e mais horas dos seus dias programando, e o encontraram em Zuckerberg. A parceria parecia perfeita.

O filme não mostra, mas, antes de Zuckerberg, outros programadores foram chamados para colaborar com o projeto, que estava nos planos dos Winklevoss desde 2002. Zuckerberg deveria finalizar o código e colocar o site, batizado de ConnectU, no ar. Mas, ao invés disso, passou as semanas seguintes alegando estar ocupado demais com o projeto para ter tempo de se reunir com os colegas e, em 4 de fevereiro de 2004, colocou sua própria rede no ar: o thefacebook.com.

Imagem: Brian Synder/Reuters
Os irmãos Winklevoss, que tiveram a ideia original de criar uma rede social dentro da universidade

Assessorado financeiramente pelo amigo Eduardo Saverin, que forneceu um investimento inicial de US$1 mil para a compra de servidores, Zuckerberg enrolou direitinho os rapazes e despertou a ira dos verdadeiros “cérebros” por trás da ideia. Claro, assim como em outro filme que retrata os bastidores de grandes empresas de tecnologia, oPiratas do Vale do Silício, aprendemos que, se você tem uma boa ideia, o melhor a fazer é ficar quieto e aprender a programar.

Inimigos e parcerias

Não demorou muito para que o thefacebook.com se expandisse para outras universidades, enquanto os irmãos Winklevoss amargavam um site com um amontoado de códigos inúteis. Victor Gao, um dos desenvolvedores que participou do projeto antes de Zuckerberg, analisou o código que deveria ter sido aperfeiçoado pelo atual CEO do Facebook. “Quando olhei o código, percebi que não estava completo e certamente não era funcional”, afirmou Gao em uma reportagem  de 2004 do The Harvard Crimson. “O registro não funcionava. Você poderia acessar o site, os formulários estavam lá, mas você não poderia fazer seu registro. Ele não se conectava à base de dados”, explicou.

A partir daí, o filme retrata os irmãos praticamente como dois idiotas mimados. Eles se recusam a procurar um advogado e fazem de tudo para resolver o problema por outras vias, inclusive recorrendo às autoridades da universidade. Na película, ambos são ridiculamente humilhados nessa situação. A administração considerou que o caso deveria ser resolvido fora da universidade, no melhor estilo “não tenho nada a ver com isso, vocês que se entendam”.

Observem a minha preocupação com esse problema.

Enquanto isso, Zuckerberg e Saverin, também “nem aí”, curtiam a nova vida de jovens descolados, desfrutando de uma popularidade instantânea que rendeu ao brasileiro uma japinha neurótica e a possibilidade de ganhar muita grana. No filme, o brasileiro passa uma impressão de bom mocinho, sempre preocupado com as finanças e o jeito certo de negociar com grandes players do mercado. É a figura do executivo engravatado, em contraste com um Zuckerberg de chinelo e roupas mais ou menos.

Apesar da amizade, o que parece é que os dois estilos de vida não combinam. Saverin é construído, como personagem, como um “almofadinha”, um cara extremamente burocrático e até mesmo um pouco “careta”. Foi em outra figura polêmica que Zuckerberg parece ter encontrado um parceiro mais interessante: Sean Parker. Ninguém menos que o fundador do Napster!

Mais alguém aí achou o ator principal do filme mais parecido com Parker do que com Zuckebrerg?

Quem viveu no início dos anos 2000 vai se lembrar daquelas longas tardes de compartilhamento de mp3 na Internet (ainda discada em boa parte dos lares) e as primeiras grandes polêmicas com relação a direitos autorais, pirataria e tudo isso que, até hoje em dia, ainda se discute. Ironicamente interpretado por um astro da música Pop, Justin Timberlake, Parker surge na tela como o legítimo sujeito descolado e inovador, pronto para esbanjar dinheiro, paparicar e impressionar jovens deslumbrados.

Parker, no filme, dá a dica: “tire o ‘the’. Deixe somente Facebook”. E assim foi feito. Em 2005, a equipe comprou o domínio facebook.com por US$200 mil, dando início à expansão global daquela que, hoje, é a rede social mais popular do mundo.

De olho na grana

Com o sucesso e a fortuna entrando, era claro que os irmãos Winklevoss não iam esquecer a bela puxada de tapete que levaram. Em 2004, eles resolveram processar o Facebook alegando que Zuckerberg quebrou um contrato com eles, roubou a ideia do ConnectU e copiou, logicamente de forma ilegal, o seu código-fonte.

Com isso, chegamos finalmente ao ponto que costura todo o filme. A trajetória de Zuckerberg é traçada com eixo nos processos contra ele, e as cenas intercalam os momentos em que ele está no interrogatório e os acontecimentos no passado. Uma ótima escolha do diretor, que incide o foco sobre o aspecto controverso da rede e de seu criador. Essas cenas fogem da futilidade e do caráter “babaca” do jovem Zuckerberg (na definição de alguns personagens do filme) e mostram um empreendedor mais maduro, introspectivo e prepotente. As perguntas ácidas e os diálogos ágeis salvam a produção que, sem isso, poderia se tornar facilmente mais um filme sobre jovens bobos.

Não só os irmãos estão confrontando Zuckerberg. Seu amigo e co-fundador do Facebook, Saverin, também está lá. Isso porque o brasileiro, nascido em São Paulo, era, inicialmente, dono de 30% do Facebook. Em janeiro de 2005, porém, Zuckerberg diminuiu a fatia do colega para menos de 10%. Não bastasse isso, Zuckerberg sequer citava o colega como co-fundador da rede, na página oficial.

Saverin entrou com um inevstimento inicial de US$1 mil para comprar computadores. Hoje, é o 356º homem mais rico do mundo.

Tanto os Winklevoss quanto Saverin ganharam a causa. O brasileiro, hoje, tem o nome estampado no site da rede social , da qual é dono de 5%, e um patrimônio avaliado em cerca de US$1,15 bilhão, conforme dados de setembro de 2010 da Forbes. Já os irmãos Winklevoss  receberam um belo montante de dinheiro como resultado de um acordo extrajudicial que encerrou o processo em 2008. Inicialmente secreto, estima-se que os dois tenham recebido US$65 milhões. 

A saga de Zuckerberg contra os processos, porém, ainda está longe de acabar. No início do ano, os irmãos atacaram novamente pedindo que a Justiça reavalie o acordo. Os dois alegam que, na ocasião em que foi feito o acordo, o Facebook se auto-avaliou com um valor inferior ao que ele realmente valia, privando-os de receber mais alguns milhões de dólares. Isso porque, na negociação, ficou combinado que eles receberiam US$20 milhões em dinheiro e 1,25 mil ações, avaliadas em US$45 milhões. Com a rede social valendo bem mais do que revelado na época, o valor destinado aos irmãos pode ser multiplicado por quatro, conforme a BBC. Uma decisão a respeito do caso deve sair ainda antes de abril.

Conclusão

Na vida real, não existem mocinhos nem vilões. Há, sim, alguns caras mais espertos – como Zuckerberg, o que não invalida os esforços de outras pessoas. Claro, Hollywood é uma indústria e precisa vender. O público espera, em sua maioria, estereótipos, situações antagônicas, tensão e um final feliz. 

A Rede Social já virou cult e, a julgar pelos aspectos técnicos de sua produção, com certeza irá abocanha algumas estatuetas na cerimônia do dia 27. Mas não posso negar minha impressão de que o filme é uma espécie deAmerican Pie com requintes de nerdice. Eu sei, A Rede Social não é engraçado. American Pie também não.

Saverin contou, no blog para convidados da CNBC, um pouco de sua experiência ao assistir ao filme e ressaltou que a produção “foi claramente destinada a ser entretenimento, e não um documentário baseado em fatos”. O co-fundador do Facebook não comenta quais situações realmente aconteceram ou não, mas destaca a importância do filme em inspirar outras a começar um novo negócio. “Com um pouco de sorte, você pode até mudar o mundo”, conclui.

Saverin, no filme, é interpretado por Andrew Garfield, o próximo Homem Aranha dos cinemas

Sean Parker é mais incisivo ao dizer que “o filme é um trabalho completo de ficção”. De acordo com a NBC , ao comentar cenas em que seu personagem aparece usando drogas acompanhado de belas garotas, ele declarou: “eu queria que minha vida fosse assim tão legal.” E Zuckerberg? A figura central de toda a história parecia que não ia falar muita coisa, mas era inevitável falar publicamente sobre o assunto. Na segunda metade de outubro, o jovem bilionário resolveu tecer seus comentários sobre a adaptação para o cinema.

Ele ressalta que a criação do Facebook não teve nenhum empurrãozinho dado por rejeição amorosa ou a vontade de entrar em fraternidades. ”Eles [os criadores de filmes] não conseguem quebrar a cabeça em torno da ideia de que alguém possa desenvolver alguma coisa simplesmente porque gosta de desenvolver”, afirmou.

É claro, filmes realizados para atrair uma grande audiência (e, consequentemente, faturamento), precisam enfeitar a realidade. No caso de A Rede Social, se as verdadeiras mentes por trás do Facebook – o de verdade – são sinceras, a "distorção da realidade" deu muito certo. Com orçamento estimado em US$40 milhões , a adaptação cinematográfica já faturou mais de US$200 milhões no mundo todo e ainda pode levar até oito Oscars na premiação deste ano. Nada mal para a história de um "babaca".



O que acontece na Internet a cada minuto?

autor: risastoider

Quantos minutos por dia você fica na Internet? Provavelmente esse tempo precisa ser contado em horas. E cada hora tem exatos 60 minutos. Pense então que, em cada um desses minutos, uma avalanche de coisas acontece e você nem percebe. Como, por exemplo, mais de 320 contas são criadas no Twitter e nada menos que 695 mil atualizações de status surgem no Facebook. E tem mais: nesse mesmo período, são vendidos 710 computadores, dos quais 555 são equipados com processadores Intel.

60 Seconds - Things That Happen On Internet Every Sixty Seconds
Infographic by- Shanghai Web Designers

Esses e muitos outros dados foram compilados pelos designers do Go-Globe, que distribuiram tudo em dois infográficos. O primeiro diz respeito ao que acontece na web, enquanto o segundo mostra a quantidade de produtos vendidos em uma variedade de categorias.


Em apenas um minuto, 600 vídeos são enviados para o Youtube, surgem 60 novos blogs e as pessoas enviam mais de 168 milhões de e-mails. Enquanto isso, a Microsoft vende 450 DVDs do Windows 7, dois milhões de usuários assistem pornografia online e 925 iPhones 4S são vendidos. 

E sabe do que mais? Nessa pequena unidade de tempo, as pessoas geram 38 toneladas de lixo eletrônico e o PayPal processa cerca de US$219 mil em pagamentos variados. E você? O que faz durante 60 segundinhos online?

Apple alcançou a marca de empresa com maior valor de mercado da história


Segundo a agência americana S&P, durante essa semana, a Apple atingiu a marca de empresa com o maior valor de mercado da história. 


A ação da companhia californiana terminou o dia cotada a 665,15 dólares, em alta de 2,63%. Com o valor, a empresa superou a marca mais valiosa de todos os tempos, que era a Microsoft.

Em dezembro de 1999, a empresa de Bill Gates chegou a valer US$ 620,58 bilhões. Esse era o maior valor registrado na história, visto que hoje a detentora do Windows teve uma enorme queda de valor nos últimos anos e é cotada aproximadamente em US$ 258 bilhões.

Segundo Michael James, analista da Wedbush Morgan Securities, as ações da Apple têm sido infladas pelas especulações sobre o lançamento dos novos iPhone e iPad, assim como sobre uma "iTV". 

Além disso, a empresa teve uma maior introdução no mercado chinês.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Os smartphones mais poderosos de 6 marcas no Brasil


Confira opções de aparelhos que já estão disponíveis no país e modelos que tem data marcada para serem lançados por aqui

  
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São Paulo – Selecionamos os modelos mais avançados desenvolvidos por seis das principais marcas presentes no mercado brasileiro. Alguns estão à venda, mas a lista considerou também aparelhos interessantes, já lançados no exterior, mas que tem data marcada para desembarcar por aqui. Confira nas imagens.

Samsung Galaxy S III

Samsung Galaxy S IIIUm dos aparelhos mais elogiados no mercado mundial é, sem dúvida, o Samsung Galaxy S III. Lançado há pouco menos de dois meses, o smartphone é bem visto pela crítica e conquistou o seu espaço entre os consumidores. A própria Samsung tem planos ambiciosos para o aparelho: espera vender 10 milhões de unidades até julho. Uma bela marca.
O Galaxy S III impressiona pela tela enorme de 4,8 polegadas Super AMOLED. Vem equipado com Android 4.0, câmera traseira de 8 MP com tecnologia de reconhecimento facial e capaz de capturar vídeos em HD. Além disso, conta com câmera frontal de 2 MP, ideal para quem tem o hábito de realizar vídeo conferências, no trabalho, com amigos ou em família.
O aparelho desembarcou por aqui no começo do mês e já está à venda nas operadoras de todo o Brasil por cerca de 2 mil reais.
Sony Xperia S


Sony Xperia S

O avançado modelo da linha de smartphones da Sonyé mais um que já está à venda por aqui. A princípio, o Xperia S roda Android 2.3 Gingerbread. A Sony, porém, promete a atualização do seu sistema operacional para a versão Ice Cream Sandwich já no próximo semestre.
O aparelho tem tela de 4,3 polegadas, 32 GB de memória interna e suporte para HSPA+, tecnologia mais veloz que a 3G, porém disponível apenas em algumas cidades do Brasil. Também vem equipado com uma câmera de 12,1 MP, que captura vídeos em HD, e tecnologia NFC, que permite o intercâmbio de informações com outros aparelhos.
Disponível em duas cores, preto e branco, o Xperia S pesa 144 gramas e tem 10,6 mm de espessura. Lançado há poucas semanas, tem preço de 1.799 reais.
Nokia Lumia 900


Nokia Lumia 900

Outro aparelho que causou certo burburinho na categoria de smartphones é o Nokia Lumia 900. Ele é visto como esperança da Nokia para ressurgir em um mercado hoje dominado pela Apple e pela Samsung. E parece que os finlandeses apostaram alto no seu desenvolvimento e arriscaram ao equipá-lo com Windows Phone 7.5, o sistema operacional da Microsoft.
O Lumia 900 conta com tela de 4,3 polegadas, pesa apenas 160 gramas e tem 11,5 mm de espessura. Assim como o Galaxy S III, também conta com duas câmeras. A frontal tem 0,3 MP e a traseira oferece 8 MP.
Lançado há alguns meses nos Estados Unidos e Europa, o Lumia 900 irá finalmente chegar ao Brasil agora em julho, segundo informou a Nokia. Apesar de ser 4G, será comercializado aqui em sua versão HSPA+, tecnologia um pouco mais rápida que 3G. Estima-se que custará 1.800 reais.
Motorola Razr Maxx


Motorola Razr Maxx

Apresentado no começo do ano durante a CES 2012, o Motorola Razr Maxx recebeu em outro grande evento, CTIA Wireless 2012, o prêmio de melhor smartphone da feira. E um dos seus destaques é justamente a sua bateria. Segundo a Motorola, ela tem potencial para durar até 21 horas.
Outro destaque fica por conta dos materiais que compõem o corpo do Razr Maxx. O case é feito a partir de Kevlar, fibra que é até cinco vezes mais resistente que aço, e o seu display, de 4,3 polegadas é produzido com Gorilla Glass.
Pois o aparelho, que roda Android 4.0, chegou oficialmente ao Brasil ontem e começará a ser vendido em julho. O preço com o qual será comercializado aqui, contudo, ainda não foi divulgado pela fabricante.
Optimus L7, LG


Optimus L7

O smartphone da LG é considerado o mais avançado de toda a família Optimus e é um dos aparelhos mais finos disponíveis no mercado. Com apenas 8,7 milímetros de espessura, o L7 é comparável ao estrelado Galaxy S III, por exemplo, que conta com 8,6 mm.
Com tela de 4,3 polegadas, o smartphone roda Android 4.0 e conta com câmera de 5 MP com flash, capaz de gravar vídeo em HD. Além disso, vem com 4 GB de memória interna, pesa 124 gramas. O aparelho é mais um smartphone que chega ao país na próxima semana e, de acordo com a LG, o L7 irá custar 999 reais.
Não é o único, porém, a ser vendido por aqui. A fabricante também já colocou no mercado a versão mais básica da família Optimus, o L3. O aparelho custa 429 reais.
iPhone 4S


iPhone 4S

Comemorando hoje 5 anos de presença no mercado mundial, o iPhone é outro aparelho que merece a atenção de quem está em busca de um smartphone avançado. A versão atual, 4S, está disponível em duas cores, branco e preto, e em três configurações possíveis, 16 GB, 32 GB e 64 GB.
O aparelho tem 9,3 milímetros de espessura e pesa 140 gramas. Tela retina, assistente de voz, câmera de 8 MP e acesso aos aplicativos disponíveis na loja virtual da Apple são apenas alguns dos destaques do aparelho.
Especula-se que a Apple está na iminência de anunciar a nova geração do consagrado smartphone. Porém, enquanto nada é oficializado por Tim Cook e equipe, uma opção é se contentar com o iPhone 4S.
O aparelho pode ser encontrado no varejo brasileiro com preços que variam entre 1.999 reais e até 2.599, dependendo da sua configuração.






iPhone 5 poderá ter sensor de impressões digitais


A AuthenTec, que a Apple está comprando, produz leitores de impressões digitais tão pequenos que poderão vir embutidos no iPhone 5


NowhereElse.fr
Ilustração mostrando como poderá ser o iPhone 5
A Apple mantém relações com a AuthenTec desde o ano passado. Assim, não é impossível que um dos sensores biométricos dessa empresa seja usado no iPhone 5
São Paulo — Surgem indícios de que o iPhone 5, o iPad mini e outros futuros produtos daApple poderão ter leitor de impressões digitais. A Apple está comprando a AuthenTec, que produz minúsculos sensores biométricos. Alguns são tão pequenos que poderiam ser embutidos no botão Home do iPhone 5.
O relacionamento entre as duas empresas começou no final de 2011. Logo, não é impossível que o novo sensor estreie já no iPhone 5. Ele seria um complemento ao Passbook. Esse novo recurso do sistema iOS 6, da Apple, funciona como uma carteira digital para pagamentos.
O iPhone 5 deverá ter conexão sem fio NFC, que permite que o usuário pague uma compra apenas aproximando o smartphone do terminal do caixa. Essa tecnologia é muito prática, mas também traz preocupações quanto à segurança. Se o smartphone for perdido ou roubado, alguém pode tentar usá-lo para fazer pagamentos indevidos em nome do dono.
Uma maneira de reforçar a segurança é incorporar um leitor de impressões digitais ao smartphone. Sensores desse tipo são comuns em notebooks e estão presentes também em alguns celulares. A AuthenTec fornece esses dispositivos para empresas como HP, Lenovo, LG, Fujitsu e Samsung. A linha de smartphones Regza, que a Fujitsu fornece à operadora japonesa NTT DoCoMo, traz um sensor da empresa na parte traseira. 
A AuthenTec anunciou que estava sendo comprada pela Apple no final de julho. Mas, ontem, um documento entregue à SEC – o órgão regulador do mercado de capitais americano – trouxe novos e reveladores detalhes sobre a transação. A Apple vai pagar 356 milhões de dólares pela AuthenTec, o que faz dessa uma das maiores aquisições na história da empresa fundada por Steve Jobs.
Além disso, o contrato deixa aberta a possibilidade de a Apple adquirir patentes de hardware e software da AuthenTec que podem chegar a 115 milhões de dólares. O documento detalha o cronograma das negociações entre as duas empresas. A AuthenTec já vinha desenvolvendo uma nova tecnologia para a Apple havia alguns meses. Na parte que fala da transferência da propriedade intelectual, o texto menciona “comercialização de sensores 2D para impressões digitais para uso em produtos da Apple”. Um detalhe que transparece nas entrelinhas do documento é que a Apple teve pressa em fechar o negócio, como observa uma análise do site The Next Web.
E, em vários momentos, durante a negociação, houve acordos no sentido de que o desenvolvimento da tecnologia, que já vinha acontecendo, não deveria parar – independentemente de a aquisição ser concluída ou não. Isso indica que a AuthenTec está mesmo fornecendo algo importante para a Apple e que essa tecnologia será usada logo em algum produto da maçã.
Mas não é possível saber, é claro, se o sensor biométrico ficou pronto a tempo de ser incorporado ao iPhone 5. A certeza só deve vir em 12 de setembro, quando se espera que a Apple realize a apresentação do novo smartphone. O iPhone 5 deverá ter tela de 4 polegadas em formato alongado e acesso a redes celulares 4G LTE, entre outras novidades.
Estima-se que o novo smartphone comece a ser vendido nos Estados Unidos em 21 de setembro e, no Brasil, em novembro. Quando ele for lançado, é provável que a Apple reduza os preços do iPhone 4 e do 4S.

Após 22 anos do lançamento do original, remake de "O Vingador do Futuro" reforça a ação


  • Colin Farrell e a atriz Jessica Biel em cena do filme O Vingador do Futuro
    Colin Farrell e a atriz Jessica Biel em cena do filme "O Vingador do Futuro"
Vinte e dois anos depois de "O Vingador do Futuro", ficção científica estrelada por Arnold Schwarzenegger e dirigida por Paul Verhoeven, surge um remake da história -- que parte igualmente de um conto do renomado autor Philip K. Dick, "Lembramos Para Você A Preço de Atacado", e é dirigido por Len Wiseman ("Anjos da Noite").

Sem Marte, mas com mais ação

  • Sony Pictures / Divulgação
    Colin Farrell é o protagonista na trama, que há 20 anos foi vivida por Arnold Schwarzenegger
Desta vez, o protagonista é o ator irlandês Colin Farrell, vivendo o operário Doug Quaid, atormentado por uma rotina massacrante e um pesadelo recorrente: ele se vê fugindo de uma intensa perseguição, acompanhado por uma bela mulher que não conhece.
Se o cenário futurista é parecido com o filme de 1990, sumiu pelo menos uma referência importante -- Marte. É com o astro vermelho o sonho repetido do operário vivido por Schwarzenegger. Agora, o planeta nem sequer é mencionado. Repete-se na trama atual a procura, por Quaid, da empresa Rekall para implantar uma memória mais emocionante do que lhe parece sua vida cotidiana -- exceto pelo casamento com Lori (Kate Beckinsale), aparentemente feliz.
Sem contar nada a Lori, Quaid procura a Rekall, pensando implantar em sua memória as vivências de um agente secreto. Mas, quando se prepara para receber o pacote, algo dá muito errado -- porque, para dar certo, a fantasia não pode ter qualquer base na realidade. E Quaid não é nada do que pensava, embora não se lembre. Num instante, a Rekall é invadida por soldados com aparência de RoboCop, que vêm combater Quaid -- que, sem saber como, mostrou-se capaz de imobilizar um batalhão deles. A descoberta de suas habilidades continua a surpreendê-lo e vem a calhar, até porque ele tem que fugir dali, para salvar a própria vida.